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A Igreja Batista da Lagoinha (IBL) postou em seu site uma convocação de interseção pela vida da adolescente paquistanesa que foi baleada na cabeça na ultima semana por defender o estudo feminino e fazer críticas ao Talibã.
A publicação comenta que o ataque contra a adolescente Malala Yousafzai “revelam a que ponto a repressão religiosa tem chegado à região”.
A IBL, segundo seu site, acredita que as orações nesse sentido são importantes relatando a opressão que as mulheres sofrem e a intolerância religiosa que assola o país. Ela cita também as condenações à morte de pessoas que se convertem a outras religiões e ainda prisão e pena de morte aos missionários e pessoas fazem o proselitismo religioso (ato de converter uma ou mais pessoas para outra religião).
Com o objetivo de orientar aos motivos certos de oração a igreja ainda destaca pautas para a interseção, sendo elas:
• Pela paz nas ruas e casas da nação paquistanesa;
• Pela família da menina Malala para que conheçam Jesus e para que os anjos do Senhor
acampem ao redor de cada um livrando-os da morte;
• Pela vida de Malala para que ela tenha uma experiência sobrenatural com Cristo e o Senhor a livre da morte;
• Pelo arrependimento e quebrantamento dos corações;
• Pela vida dos integrantes do Talibã para que conheçam o amor de Cristo.
Malala Yousafzai tornou-se uma das estudantes mais conhecidas do país após realizar críticas publicamente ao Talibã em uma campanha pela educação de meninas no país.
Na última semana ao ser baleada com dois tiros, um na cabeça e outro no pescoço o grupo extremista dos Talibãs no Paquistão assumiu o atentado fazendo novas ameaças contra a vida da menina. Ela foi acusada pelo grupo de realizar “campanha contra o islã e à sharia (lei islâmica)”, sendo condenada por eles à morte.
Em novas ameaças eles disseram em um e-mail enviado à rede de notícias AFP, que Malala foi alvo por seu papel pioneiro na defesa da laicidade e da chamada ‘moderação’, e que a “pouca idade da menina não seria uma razão para a clemência”.
Malala foi recentemente levada ao Hospital Rainha Elizabeth na cidade de Birmingham, oeste da Inglaterra para tratar de seus ferimentos considerados graves.
Fonte: http://portugues.christianpost.com
Uma adolescente paquistanesa foi baleada na cabeça por fazer críticas ao Talebã, no Paquistão. Malala Yousakzai foi operada nesta quarta-feira (10).
Malala tornou-se uma das estudantes mais conhecidas do país após realizar críticas publicamente ao Talebã em uma campanha pela educação de meninas no país.
A garota foi baleada na terça-feira (9) quando viajava com outras garotas na região do Vale do Swat, parte ultraconservadora do país. De acordo com publicação BBC, um homem teria atirado, porém não ficou claro de que forma exatamente o ato violento ocorreu.
De acordo com os relatos, Malala foi atingida na cabeça e também no pescoço. A jovem foi levada para um hospital local sendo transferida por helicóptero para um mais especializado em Peshawar. Após uma cirurgia os médicos conseguiram retirar a bala de sua cabeça e a jovem se encontra em estado de saúde estável.
Mesmo dentro de um cenário violento que predomina no Paquistão, o crime provocou revolta no país, sendo condenado pelo premiê Raja Pervez Ashraf, que enviou um helicóptero para transferir Malala para Pashawar.
Asif Ali Zardari, presidente paquistanês, se pronunciou sobre o episódio dizendo que o ataque contra Malala não afetará a luta do país contra os militantes islâmicos e em favor da educação feminina.
A campanha a favor da educação feminina a jovem ser conhecida internacionalmente lhe rendendo admiradores e reconhecimento dentro e fora do país. A estudante teve aparições em TVs nacionais e internacionais, falando de seu sonho de um futuro em que a educação no Paquistão prevalecesse.
A trajetória de Malala começou quando ela tinha apenas 11 anos. Com um pseudônimo, a estudante escrevia regularmente um diário para o Serviço Urdu da BBC, enquanto o Talebã controlava a região de Swat três anos atrás e a educação de meninas era proibida.
Fonte: http://portugues.christianpost.com
O jogador Rivaldo concedeu uma entrevista para o site do Portas Abertas lembrando do tempo em que esteve jogando pelo Bunyodkor, time de Uzbequistão, o 9º país de maior perseguição contra cristãos.
Na entrevista ele relembra os momentos que passou naquele país e como percebeu que falar de Jesus publicamente era proibido. “Teve um episódio, em que ganhamos a copa do Uzbequistão e usei uma camisa com os dizeres ‘Jesus number 1′ (Jesus, número 1) quando vi no site, eles haviam apagado o nome “Jesus” e falaram que não poderia mais fazer aquilo”.
Assim que se mudou para Uzbequistão, Rivaldo que é cristão tentou fazer alguns cultos em casa, mas acabou sentindo no coração o desejo de frequentar uma igreja local. Na entrevista ele relata que não só ele como outros jogadores brasileiros também passaram a congregar com cristãos uzbequistaneses.
Foi com este contato que ele pode perceber como é difícil ser cristão em um país de maioria muçulmana. “Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil, para mim não foi tão difícil por ser uma pessoa conhecida, mas para eles, é duro”, diz.
Leia a entrevista na íntegra:
Rivaldo, você tem conhecimento sobre a perseguição e intolerância religiosas?
Com certeza.
Você já ouviu falar da Portas Abertas durante suas passagens por diversos países, principalmente no período que morou no UZBEQUISTÃO jogando pela Bunyodkor? O que conheceu da Portas Abertas nestes locais?
Tive conhecimento pela internet. Foi pelo site da Portas Abertas que fiquei sabendo que o Uzbequistão era o 9º país mais perseguido do mundo.
O que conheceu da igreja no UZBEQUISTÃO, pois o país ocupa o 9º lugar na Classificação de Países por Perseguição? Teve contato com os cristãos locais?
Quando cheguei lá, comecamos a fazer culto em casa, mas, senti em meu coração que deveria participar de uma igreja local, que eu deveria ser testemunha de Jesus aos uzbeques, e foi o que fiz, eu e todos os brasileiros começamos a participar de uma igreja local. Foi um tempo maravilhoso!
Você já foi proibido de expressar sua fé publicamente?
Fui, e no Uzbequistão, mesmo. Teve um episódio, em que ganhamos a copa do Uzbequistão e usei uma camisa com os dizeres “Jesus number 1” (Jesus, número 1) quando vi no site, eles haviam apagado o nome “Jesus” e falaram que não poderia mais fazer aquilo, mas continuei fazendo. Não por palavras mas por atitudes.
O que sentiu por ser cristão em um país de maioria muçulmana? Teria algum testemunho relacionado à restrição religiosa para compartilhar?
Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil, para mim não foi tão difícil por ser uma pessoa conhecida, mas para eles, é duro. Sei que Jesus nos levou até lá para sermos luz, testemunhas vivas. O mais emocionante foi ter convivido com cristãos locais. Ver a alegria deles por estarmos lá… A esperança de que Jesus não tinha se esquecido deles.
O que você acredita ser a maior necessidade para a minoria cristã no Uzbequistão?
Liberdade de expressar sua fé. Liberdade de ouvir um louvor. Liberdade de ler a palavra de Deus.
Você já tentou aproximação para falar do amor de Deus para jogadores de outras religiões? Qual foram as reações?
Respeito muito as pessoas, não sou aquela pessoa de impor a minha opinião. Falo de Jesus através das minhas atitudes, e da minha maneira de ser. E sei que muitos deles foram impactados.
Em quais situações você acha que se deve abrir mão de professar publicamente sua fé?
Tenho certeza de que em nenhum momento. Nunca negarei a Jesus. É por Ele e para Ele que vivo.
(Fonte Gospel Prime)
Para quem estava esperando por mais novidades sobre o novo CD de Coletânea de Nani Azevedo, já pode saber quais as canções que farão parte do álbum. As 14 faixas que marcaram o ministério do cantor estão disponíveis, com exclusividade, nas mídias digitais, Itunes, Sonora e Rdio.
Essa foi uma maneira que a Central Gospel Music encontrou para colocar em destaque o mais recente lançamento da gravadora. Agora você pode ouvir, baixar e comprar suas músicas preferidas do cantor Nani Azevedo de modo prático e seguro, em qualquer lugar. O CD estará à venda nas lojas a partir de novembro.
A cantora, que agora desenvolve um trabalho independente, lançou o CD “Um novo tempo”. Ele traz 11 canções. Duas são de autoria de Elsa Maria Félix de Jesus, amiga e intercessora de Celinha, e as restantes são de própria autoria. A produção ficou na responsabilidade de Flávio Souza, que desenvolveu o trabalho na Vox Prime Studio.
O trabalho reflete um novo tempo que a cantora vive, segundo ela mesmo conta. A começar pelo trabalho sem vínculo com gravadora e o teor das canções, mais profundas e com um toque especial que sua voz, inconfundível, traz. “Um CD realmente especial. Flávio conseguiu entender o que Deus tinha colocado em meu coração”, comenta Celinha.
Na Expo, Celinha reencontrou amigos, falou com a imprensa e pode apresentar algumas de suas canções ao público. Em breve ela anunciará sua distribuidora oficial. Enquanto isso, todas as informações acerca do CD podem ser encontradas no site oficial da cantora: www.celinhabatista.com.br/
Celinha Batista
Ela ficou nacionalmente conhecida por integrar o grupo Fat Family ao lado dos irmãos. Em 2003, Celinha se converteu e há seis anos desenvolve um trabalho 100% gospel. Seu primeiro CD “Tua Palavra” foi lançado pela IVC Comunicações.
Yousef Nadarkhani, pastor iraniano que foi solto recentemente no Irã após protestos contra sua condenação por apostasia, ainda corre risco de morte, segundo comunicado oficial do Ministério Portas Abertas. Segundo fonte não identificada por segurança, o pastor Yousef, estaria sendo vigiado pelo governo do país e que a sua acusação continua aberta na justiça.
“Infelizmente ainda existe a possibilidade de o pastor Yousef ser preso e até morto”, disse a fonte.
Além do crime de apostasia que fez com que ele ficasse mais de três anos na prisão, Nadarkhani ainda é acusado de ter convertido alguns muçulmanos, crimes ainda não julgados pela justiça local.
O pastor segue em regime imposto pelo governo e não pode deixar o país.
Fonte: http://www.overbo.com.br
Além dos 150 civis que foram detidos anteriormente, outros 130 cristãos foram sequestrados , por bandos armados, na aldeia de Rableh, oeste da Síria, o grupo já soma 280 reféns.
Fontes locais da Agência Fides, o serviço de informação da Pontifical Mission Societies, relataram que os reféns foram amontoados em uma escola na aldeia de Gousseh, enquanto os sequestradores liberaram as mulheres que haviam sido raptadas anteriormente. Os criminosos armados anunciaram que pretendiam mantê-los presos para, em seguida, discutir qualquer resgate possível.
A reportagem revela que “na comunidade cristã de Rableh havia um receio muito grande de que três cristãos tenham sido sequestrados na aldeia de Naya. Há poucos dias, eles foram encontrados mortos, na beira de uma estrada.”
A agência afirmou, segundo um líder cristão local, que pediu para permanecer anônimo, que “esta não é uma perseguição, mas uma manobra para espalhar a suspeita e desconfiança e incitar a guerra sectária (visão estreita, intolerante)”.
De acordo com a notícia publicada, o comitê local da Mussalaha está à procura de diálogo e uma solução pacífica.”O ponto é que estamos falando de gangues armadas não identificadas, que estão fora de controle; elas agem de forma independente, não estão ligadas ao Exército Livre da Síria. Isso faz com que qualquer negociação seja muito mais difícil”, observou uma fonte à agência de notícias local.
Segundo informações da Fides, na Síria, há atualmente cerca de dois mil grupos armados não relacionados com o Exército Livre da Síria, que agem à sua própria maneira, atacando cristãos e civis.
(Fonte: Portas Abertas)